domingo, 15 de setembro de 2013

QUANDO A DIREÇÃO DO MARIA ROCHA TREMEU

AL QAEDA – PARTE III – O ALVO
Alguém ainda tem dúvidas sobre a origem da Al Qaeda? Ainda existem dúvidas? Pois bem, neste último capítulo vou promover provas suficientes para estes céticos. Já na época, com apenas 16 anos de idade, eu já pensava nos pontos positivos e pontos negativos de cada ação de minha vida, ora, para realmente realizar a ação que não me saia da cabeça, ela teria que ser muito bem planejada, nos seus mínimos detalhes, então listei as regras básicas a ser seguida, sempre na memória, nunca escritas, para não existirem provas de maneira nenhuma, tudo era cuidadosamente armazenado em meu cérebro, claro que do lado oposto a normalidade. Estabelecida todas estas regras em meu pensamento, comecei a planejar a ação maior, para que ela se realizasse perfeita, sem erros, sem provas, em absoluto segredo, precisaria tomar as seguintes providencias:
01. Escolha do alvo
02. Escolha do parceiro
03. Compra dos artefatos
04. O fato concreto, ação
05. Limpeza das provas
Escolha do Alvo: Só tinha uma certeza, seria no Maria Rocha, mas onde? Fiquei, acho que todo mês de agosto, depois das férias de julho quando tive o treinamento com meu amigo Rogério, pensando, imaginando o local para que tivesse grande impacto. No meio de uma noite, de tanto pensar e imaginar, veio à luz, ou a sombra... perfeito!!! Pensei, agora preciso dar continuidade ao plano.
Escolha do parceiro: Este, para mim, era a parte mais difícil do planejamento, achar o companheiro ideal para tamanha façanha, fui resolvendo um probleminha de cada vez, porque sabia que tentar fazer tudo ao mesmo tempo sempre da merda. O planejamento teria de ser rigorosamente seguido, em ordem sem pressa, precisão milimétrica, portanto nunca pensava nos outros passos sem antes resolver o que se apresentava no momento. E estava na hora do parceiro, do companheiro, da fidelidade, da cumplicidade, do se entender no olhar, acima de amigo, cúmplice pelo segredo que deveria durar a eternidade, irresponsavelmente revelado hoje por mim, que estou traindo este compromisso de 41 anos, mas estava na hora dos amigos, professores, diretores da época matarem sua curiosidade: quem fez a direção do Maria Rocha tremer? Sondei todos os amigos, sempre tirando deles as suas vontades de vandalismo, terrorismo e todos os ismos possíveis, nunca revelando os meus, apenas relatando coisas amenas que pensava para poder fazer a escolha certa Perfeitos amigos para a missão foram descartados pelo seu passado, entre eles o Jacob, Papagaio, Nabor e alguns outros, seria muito óbvio, suas folhas corridas eram longas e incriminadoras.Todo clube da área foi sondado, usava o nosso terreno na paineira onde a filosofia predominava para largar minha rede, nos recreios sempre dava um jeito de ficar com colegas diferentes para interrogalos com grande maestria e sempre sem levantar a mínima suspeita, era muito habilidoso na dissimulação. Eu tinha uma grande vantagem, sempre circulei bem entre os diversos grupos de amigos que se formam em uma turma, saia com quase todos eles, pequenas exceções de grupos fechados para a vida noturna existiam, nesses eu não penetrava nas excursões noturnas, mas circulava com facilidade no dia a dia colegial, portanto, dezenas de amigos foram sondados, creio que levei todo setembro e outubro para decidir o cúmplice. Analisado os pontos positivo e negativos de todos, restou um, apenas um com todos os pontos positivos que imaginava e pasmem, sem nenhum ponto negativo, par perfeito, proposta feita, proposta aceita, estava escolhido o cúmplice ideal e depois de 41 anos posso afirmar que não poderia existir escolha mais perfeita, cidadão acima de qualquer suspeita, inteligente, estrategista, cuidadoso e com uma vontade louca de não pertencer ao mundo dos normais, afinal, o que a humanidade deve aos normais?
Ao escrever este terceiro capítulo, percebi que o texto ficaria muito longo para postar, então logo, logo receberão a continuação da Parte III – em breve -
                                                                                                                                                  Enio Krum

7 comentários:

  1. Nabor está "escundido"!!!!
    Só nos observando, o danado!
    Se não for no encontro vamos comer os "zoinhos" dele!
    Christina Trevisan

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  2. Vai tomar um corretivo na festa, caso não resolva logo este causo!
    Christina Trevisan

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  3. Meu caro: não tem clube de Santa Maria, dos anos 60, 70 e 80 que eu não tenha frequentado. Onde houvesse corpo para ser amassado, lá tava eu apostando no meu talento. Fui até no União Familiar e o 13 que eram os clubes dos negros. Enquanto vocês tocavam bombas-velas nos incautos e inocentes, eu procurava enfiar outra vela em diferentes e interessantes candelabros. Geralmente voltava coma a vela sem ter acendidos, mas alguma vezes eu conseguia fazer derreter a cera. Raramente, é claro.

    Jair Alan Côrtes Siqueira

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  4. Ênio!!!!!
    Que arsenal, hein? Belas histórias!!!
    Para teu governo, o Centro Espírita é o São Sebastião, viu??????
    Seus meliantes!!!!
    Ok! Manda logo esse último capítulo!
    Suspense na MR73!
    BJs. Chris

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  5. Enio, que beleza de narrativa. Não fica preocupado em revelar estes segredos pois estes "atos terroristas" já prescreveram. Saudades do Rogério, grande amigo.

    Luis Carlos Werberich

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  6. Enio,
    Assim fica difícil, primeiro passei a noite em claro aguardando o 3° episódio e levei bronca da D. Regina.
    Depois, quando saio para almoçar, manda só a primeira parte.
    A Chris tem razão, tá ficando quem nem novela.
    Ou manda logo o próximo capítulo ou te prepara que na festa te pego.
    Ta achando que vou ficar o domingo de plantão?

    Aldo Luiz Grassi

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  7. Caraca!!!! Vai finalizar o causo ou não vai??????
    Tá pior que radionovela!!
    Bjssss curiosíssimos!!!
    Chris

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