terça-feira, 27 de agosto de 2013

BETH

Estou enviando uma foto atual com minha filha, não encontrei fotos de 1973 na Saudosa Maloca, me lembro de um churrasco mas não tenho fotos, tenho de 1974 em que eu e meu esposo fomos capa do jornal da UFSM pelo dia dos namorados, eu cursava comunicação e ele engenharia, se julgarem interessante lhes envio.

Abraços em toda turma!!
Beth

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

MARCELO COSER

Já foi dito anteriormente que o NPOR foi continuação imediata do Maria Rocha, e por isto as lembranças ficam entrelaçadas.
Aos colegas que fizeram este curso encaminho o Convite da Formatura em 1974 para reativar a memória daquela cerimônia.

É um documento de valor inestimável e será do interesse apenas de alguns, mas a evidência objetiva em anexo da sensibilidade de nosso autopromulgado Presidente MR 73 é do interesse de todos.

Com propriedade ele discorreu que hoje se utiliza de modernos, dinâmicos e multifuncionais meios de comunicação para transmitir e receber emoções. Mas esta prática ele desenvolve desde muito tempo com as ferramentas que lhe estavam disponíveis.

Vejam, e mais do que isto, procurem avaliar a dimensão de sua emoção expressa há mais de 20 anos nas econômicas palavras ditadas ao Atendente da ECT no telegrama fonado em anexo, quando aludia ao recebimento da relação completa dos que com ele perfilaram nas colunas do EB.
Além de emotivo, foi conciso.

Com os dispositivos atuais ficou mais prolixo, mas é o mesmo companheiro divertido de sempre.
NÃO MUDE!!!
Marcelo Cóser



(mudei o Assunto:).
Exceto pelo adjetivo inadequado atribuído aos motoristas (tema já apresentado em oportunidade anterior), todo o texto é a expressão da verdade, sem inventos ou aumentos.
Para supostamente preparar a galinha, foi fornecida uma caixa com 2 palitos de fósforo, que acabaram molhados no período entre a duração da cachaça e a morte da galinha.
Depois da caminhada durante toda a noite, o melhor lugar para um breve descanso foi sentado na grama encharcada usando como encosto um moirão de cerca. Exatamente isto.
A distância entre o acampamento e o local que o caminhão nos deixou para iniciar o retorno com o azimute foi de 30 km, nas condições apresentadas. Frio, muito frio, e chuva à vontade. Julho de 1974.
Começou às 10h da noite, e os primeiros grupos chegaram bem depois do meio dia no acampamento.  
O significado de dar o arroz e preparar o risoto por aquele casal naquelas circunstâncias foi uma das lições mais altruístas que tivemos até hoje.
E o que eu nunca esqueço, tamanha sensação de voracidade, foi que queimei significativamente o céu da boca na primeira porção, com bolha!

Dou pleno crédito a todos os relatos. Bravo, Jacob!
Que noite! Que dia!

Abc,
Marcelo Cóser


MARCOS EDWARD CARVALHO

Pessoal,
Lembram dos últimos dias do IMA, que iria ser demolido???
Aí esta música foi adotada.........

Saudosa Maloca 
Si o senhor não "tá" lembrado
Dá licença de "contá"
Que aqui onde agora está
Esse "edifício arto"
Era uma casa véia
Um palacete assombradado
Foi aqui seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímo nossa maloca
Mais, um dia
Nóis nem pode se alembrá
Veio os homi c'as ferramentas
O dono mandô derrubá
Peguemo todas nossas coisas
E fumos pro meio da rua
Aprecia a demolição
Que tristeza que nóis sentia
Cada táuba que caía
Duia no coração
Mato Grosso quis gritá
Mas em cima eu falei:
Os homis tá cá razão
Nós arranja outro lugar
Só se conformemo quando o Joca falou:
"Deus dá o frio conforme o cobertor"
E hoje nóis pega a páia nas grama do jardim
E prá esquecê nóis cantemos assim:
Saudosa maloca, maloca querida,
Dim dim donde nóis passemos os dias feliz de nossas vidas
Saudosa maloca,maloca querida,
Dim dim donde nóis passemo os dias feliz de nossas vidas
Isto é sugestão:
Já que reencontramos parte da vida que para trás já ficou, e o presente insiste em não apagar, sugiro cada um postar fotos de como nos conhecíamos e de agora quando vamos nos reconhecer.
Seria transformado em um grande álbum.
Seria o elo entre momentos diferentes da vida.

REJANE KNIJNIK

Ai vai outra foto do face colocada por  Jair Alan.
Como  tenho pedido para identificarem os nomes,  mando os da foto anterior e desta que estou postando.
Na anterior em ordem ,da esquerda para direita, Clovis ,Kimura, Jacob e Cacaio.
Nesta ,em ordem ,da esquerda para direita nosso querido colega Bulcão , que deve estar nos acompanhando lá do andar de cima , Jacob, Cacaio, Jarbas e Solano Krum.

REJANE KNIJNIK

Aí vai uma foto postada no face pelo Clovis 

REJANE KNIJNIK

Por favor , ajudem identificar as coleguinhas.....
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Jussara, Vera, Clovis, Rejane, Neca e Mana

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Linda Mara com noivo, Rejane, Nabor, Marta , Angela, Helena Beatriz
E lá atrás, a Isabel conversando com o Luiz Osório (pelo óculos, é ele!)

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Jorge, Chico, irmão da Mana , Léo, Mauro e Sonia,Rita ,  Nora, Rejane, Alenise, Maria Cristina.

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Nora, Vera, Alene,Cristina, Isabel,,Rejane,Jacob, Jarbas, Ricardo
e atrás da Isabel, o Asdrubal.   Explicando que são os irmãos Vera e Ricardo Zimermann, sobrinhos da Dra. Hélia Zimermann, que fazia os exames médicos do colégio!


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Mauro , Rejane, Geia, Vera e Ricardo

REJANE KNIJNIK

Pessoal ,
Por favor não sejam ciumentos, ainda não os encontrei pessoalmente e também vocês  não identificaram as fotos , esta  demorando muito! Ou então não  estou sabendo como encontrar a identificação!
Remexi o meu baú e encontrei poucas  fotos  dos meus 15 anos , em  setembro de 1970 ,com alguns colegas!

Um abraço , Rejane
A pequena é a Suzana. A com as mãos nos ombros dela, acho que é a Ana Luiza

ENG° JACOB CHAMIS

E o vento Levou:

O senhor de nossos ares era quem tudo remexia.
Parecia estar sempre a procura de alguma coisa.
Parecia nunca sossegar.
Inquieto, jamais parava de azucrinar. 
Estou falando do Vento Norte, nome próprio de tão levado companheiro. 
Maravilha repetida por breves dias, sempre a anunciar chuva que se aproximava.
Dias diferentes. Dias interessantes.
Belo, forte e impávido colosso, tua presença espelha essa bagunça. É quase nosso hino homenagea-lo.
Eram ruídos que dobravam esquinas, portas que batiam, janelas que abruptamente se fechavam.
Eram os luminosos de acrílico, patrocinados pela Pepsi, identificação de um bar qualquer, que balançando se lançavam sobre as calçadas, e presas a barras de ferro, colocadas nas paredes das fachadas, ameaçavam se soltar para ao estraçalhar no chão, emitir assustadores e belos sons.
Esse mesmo vento parecia querer juntar tudo que surgia em seu caminho, erguer para cima e depois debochadamente soltar em outro lugar qualquer.
Sempre teimoso, sempre rebelde, mas nunca dominado. Intrigante esse vento.
Aparecia do nada, nem licença para ficar, tampouco pedia para sair. 
Mas ele era o encanto de nossas vidas. Que excitante sair as ruas a observar expressões diferentes, contrariadas, contorcidas, olhos lacrimejando e principalmente saias a voar. 
Exatamente, para elas todo o cuidado era pouco, toda a atenção indispensável. 
O danado fazia por pirraça tal desaforo. Segurar com as mãos para não levantar as saias e ao mesmo tempo evitar que o cabelo, teimosamente, ficasse em total desalinho.
E saíamos em bando a observar esses espetáculos de tamanha beleza e pura sensualidade.
E ele era camarada, pois mexia nas saias no momento exato que estávamos passando. 
Erguer, levantar tudo pro ar, desarrumar tudo, vagar sem destino. Esse era seu objetivo. 
Que bons ares o traziam meu querido Vento Norte. Por onde andas que de minha vida sumiste. Em algum lugar estarás a atrapalhar os que te detestam e a deliciar aos que te querem moleque.

Saudades do Vento Norte.
Jacob Chamis

MARCELO COSER

Pessoal,
Ouvi dizer que no Sábado do encontro, 05/Outubro, estarão pedindo identificação para entrar no prédio do Maria Rocha durante o dia e na portaria do Minuano à noite.
Não vão deixar pra última hora, é melhor deixar providenciado.
Abc,
Marcelo Cóser



ALDO LUIZ GRASSI

Enio! Bom dia!
Mas que cara tantã que tu ficou Enio, devem ser tuas novas "companhias"...
Mas vamos lá, vou tentar te ajudar a resolver teus problemas de pastel e mate!
"Tenta" me acompanhar...
Tu não vai viajar? 
Se vai viajar vai ter que pegar ônibus...
Se vai pegar ônibus vai ter que ir na Rodoviária...
Se vai na Rodoviária está resolvido teu problema!
Afinal qual rodoviária não tem pastel? Ou essa cidade que tu falou é tão michuruca que nem Rodoviária tem?
Ah, o mate...
Também fácil... 
Leva a mateira com os petrechos mastíticos e ceva tu mesmo ou pra isso também não te presta? A água quente também tem na tal Rodoviária.
E se der problema na Rodoviária me comunica que mando meus fiscais do DAER (vulgo asseclas) para multar esses abutres que não te atenderem bem.
Tá resolvido teu problema ou quer que desenhe?
Nunca esquecer de não falar com quem não conheces, isso aprendemos desde guri, recomendações de todas as nossas mães.
Grande abraço Eninho, boa viagem e, como já ordenado pelo Presidente, te cuida e volta!!!

JOSE AIRTON BRUTTI - CATURRA

Estou tentando localizar mais gente da minha turma. José Renan Bertuol, via face, mas até agora não deu sinal. João Luiz Appel já avisei. Alguns que estão (ou estavam) por SM como: Téssia Kapp, Gerson Branco, Lucio Binato, Maria Helena de Carli, Maria Luiza Dornelles talvez consiga contatar. Desde que acompanho os emails, dessa turma só deu sinal: Eu, Werberich, Marcelo Coser e Marcos Carvalho. Pouca gente, éramos 36...

Abraço,  Brutti

sábado, 24 de agosto de 2013

ENG° JACOB CHAMIS

Devido a sérios compromissos, infelizmente terei que me ausentar.
Não sei ainda por quantos dias. Moro em Porto Alegre e surgiu algo inesperado que exige minha imediata presença.
Nem sempre nossas viagens são de lazer, aventura, visitas a amigos ou parentes. As vezes são por trabalho, ou até compromissos desagradáveis.
Não se preocupem comigo, não é de saúde que estou falando, pois minha saúde é estável. Embora tenho viva a lembrança do que sofri com uma pequena cirurgia em 1971, que felizmente ainda não trouxe resultados negativos. Estou falando da extração de uma espinha, ou acne, comum naquela época.
Pois ela voltou  no mesmo ano. Outra vez retirei. Mas ela insistiu  e voltou. Atualmente não sei onde ela está. Mas anualmente faço exames só por garantia.
Mas a viagem é coisa mais séria, mais urgente e necessária. Nem minha família sabe quando retorno. Por falta de vôos irei via terrestre. E o caminho é espinhoso. Estou falando de Canoas, BR 116, sempre congestionada. Nunca sabemos a hora do retorno. Rezem por mim. Levarei vocês no meu coração. Adeus, adeus.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

JOSE AIRTON BRUTTI - CATURRA

Caros Colegas,

Tenho acompanhado as mensagens sem poder me manifestar, por problemas com meu email institucional aqui da UFSM. Fiz uma pequena engenharia para poder estabelecer comunicação, já que é impossível acompanhar tudo o que tem sido dito aqui, sem me manifestar. Também porque Mr. President ameaça chamar quem está fora de moscão. Não vou correr esse risco. Também me considero um bom homem. Concluí o científico, contrariando algumas previsões. Fiz aqueles dois vestibulares em 1974. Passei, me formei, casei, fiz carreira, mestrado e duas filhas...... Nesses últimos 40 anos, encontrei poucos colegas. É normal, cada um seguiu seu caminho, quase todos fora de Santa Maria. Aliás, quanto a isso, nada mudou. Continuamos formando e exportando cérebros. Lendo as histórias do Jacob, voltei 43 anos, ao primeiro científico. É um filme que anda para trás. Tem suspense, aventura, comédia, terror.....

Por enquanto é isso. Nos encontraremos no dia 5 de outubro.
Abraço,
José Airton Brutti

PS: O apelido era "caturra" provavelmente pelo tamanho do nariz, que aliás continuou crescendo. Por favor, não confundam com "papagaio" esse era o Helio Neves, cujo nariz era ainda maior. 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013